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Finalmente atingi os meus objectivos no controle glicémico depois de várias experiências com produtos naturais e a eliminação total na dieta alimentar de hidratos de carbono

É verdade meus caros amigos e leitores das minhas postagens no meu blog sobre também as minhas experiências com produtos naturais para combater a minha diabetes dado como sempre tenho referido além de não acreditar na eficácia dos medicamentos acho-os mesmo prejudiciais face ás suas comprovadas contra-indicações. Já tinha referido que ultimamente estava a tomar chá de urtica branca, complementada com a toma de Momordica Charantia, um produto natural produzido na Alemanha. Apesar de obter resultados algo satisfatórios ainda assim não conseguia obter valores glicémicos abaixo dos 100 e por isso apesar dos clínicos que acompanham os diabéticos acharem que não se deve excluir de todo a ingestão de hidratos de carbono, eu optei por isso, Deixou da fazer parte de minha dieta, arroz, massas, batata e pão, que, como todos sabemos e é afirmado por alguns cientistas são um verdadeiro veneno esses alimentos para os portadores da diabetes.  Substituí o arroz e massas pela ingestão de de quinoa real e quinoa vermelha e a batata por batata doce e castanhas, estas obviamente congeladas. E durante esta semana a partir de 3ª. feira, porque ao fim de semana, com os almoços em família faço sempre alguns disparates e a dita sobe, mas dizia a partir de 3ª. feira tive sempre em jejum medições abaixo dos 100 ou seja entre 98 a 92 que foi o valor hoje obtido. Acresce a esta informação sobre a minha opção de eliminar da minha dieta alimentar a ingestão de hidratos de carbono, que, e certifiquei-me disso de ontem para hoje porque já tinha feito essa experiência que, após a sopa de legumes comida ao jantar, ingerir um quadrado de chocolate negro com a percentagem de 85% de cacau. E não tenho dúvida nenhuma que este valor de 92 de glicémia obtido hoje resulta dessa ingestão dado que na 4ª feira também tinha tido 93 na medição. Estou, como devem calcular muito satisfeito com o resultado e já agora acrescentar que não abdiquei da toma ás refeições de um copo de vinho tinto, que segundo os acreditados especialistas afirmam dever evitar-se. Ou seja não são contrários a que não exclua da dieta alimentar, completamente os hidratos de carbono que são um veneno, mas aconselham a que se exclua a ingestão de vinho tinto que por sinal até é considerado por diversos estudos benéfico para a saúde face aos taninos.

O processo Marquês adivinha-se ser uma montanha de 4 mil páginas que irá parir um rato na opinião de alguns analistas

Ontem estive a assistir a parte do programa da SIC Expresso da Meia Noite, que era moderado pelo Ricardo Costa e outro colaborador que não me lembro do nome e com um painel constituído por dois jornalistas do Balsemão essa nata de que ele dispõe para atacar o PS, pela sua veia investigadora, uma professora de direito penal e um ex-responsável sindical dos magistrados do ministério público. E como não poderia deixar de acontecer o tema tratado foi relativo à dedução da acusação de José Sócrates. Não vou perder tempo com as considerações tecidas pelos participantes do painel que como devem calcular acharam que as 4 mil páginas que tinham sobre a mesa e que constituíram o processo de investigação tinha descoberto as pontas de todas a meadas que levaram a definir o novelo deste processo, vou apenas referir duas conclusões a que o painel unânimamente chegou. A primeira foi de que verificou-se uma precipitação da parte do MP na detenção preventiva de José Sócrates, conclusão essa a que os seus advogados de defesa sempre invocaram porque nessa altura nem sequer existiam os tais indícios que o justificassem. A segunda conclusão esta não por unanimidade foi que dificilmente será provado em julgamento o crime de corrupção praticado por Sócrates, pelo que se pode concluir estarmos perante uma montanha de 4 mil páginas, dum processo que irá parir um rato.

Os conceitos de qualidade não diferem de pessoa para pessoa como muita gente assim pensa

Ando já a algum para publicar este post porque apesar de haver quem pense que os conceitos de qualidade diferem de pessoa para pessoa, na minha opinião não acho que seja assim, Começando logo pelo vestuário duma maneira geral quase todas as pessoas acham que as roupas das marcas ditas conceituadas são as melhores confeccionadas, de melhor corte e qualidade. Nada de mais errado tal conceito na minha opinião insisto porque as ditas marcas conceituadas produzem os seus artigos em países asiáticos inseridos no terceiro mundo em que parte dos mesmo até são produzidos por jovens que deveriam estar a estudar. Mas o que acontece com essas marcas de roupas, acontece com os ténis, que apesar de ter sido uma moda vinda dos EUA, assim como as calças de ganga, que era o tipo de vestuário usado pelos estivadores norte-americanos por se tratar de vestuário e calçado mais ao alcance do seu poder económico, isto tornou-se uma moda e são as empresas norte-americanas as tais ditas de marca entre outras que os produzem e que a maioria das pessoas compra apenas e só pela etiqueta. Sou também um consumidor em termos de vestuário de calças de ganga só porque entendo que são pratica no uso do dia a dia, mas compro-as num qualquer supermercado que as tenha à venda e de preferência em promoção, porque não me preocupo com a etiqueta que defina a marca. Sapatos ténis nunca usei desde que conheço porque na minha opinião não considero isso calçado. Desde a minha idade adulta que usei sempre sapatos de couro integral, porque para a chuva prefiro as galochas. O meu conceito de qualidade reside essencialmente nos alimentos que fazem parte da minha dieta alimentar e o facto de alguém achar que um queijo flamengo, de vaca ou de mistura é um bom queijo, eu além de não concordar nem sequer o consumo. Gosto sim de queijos da serra, de preferência de queijarias particulares, dado que os produzidos por fábricas, já usam leites de mistura adulterando o produto, queijo de ovelha churra transmontana designado Terrincho, novo e velho, queijo curado de cabra DOP  transmontano e queijo de ovelha DOP produzido em Serpa. Ando há duas semanas à procura destes queijos do meu agrado e nos sítios onde habitualmente compro não estão nos expositores nalguns caso perguntei já há mais dum mês. Fico preocupado porque isto pode significar que a produção dos queijos de qualidade comprovada estarem a ser canalizados para a exportação. Se assim está a acontecer lamento imenso porque como sabemos quando lançados nos mercados internacionais, para serem competitivos têm de entrar com preços apelativos, isto porque estou a identificar queijos cujos preços de quilo nos nosso mercados de distribuição rondam os 20 euros, o que mesmo os exportar para países onde o poder de compra é largamente superior ao nosso, não pode já entrar com esse valor porque apesar da sua comprovada qualidade, o mesmo não é apelativo, face aos queijos que nesses mesmos países são igualmente produzidos. Relativamente por exemplo aos automóveis. Existe muita gente que hoje diz este enorme disparate. Hoje em dia os automóveis têm todos boa qualidade. Disparate tremendo tal afirmação porque nem hoje em dia nem nunca os carros tiveram ou hão ter a mesma qualidade. E de resto para desfazer tal equívoco eu próprio todos os anos reproduzo as notícias da imprensa internacional da especialidade que através de inquéritos junto dos consumidores, ou seja dos proprietários de automóveis em que nada há que suspeitar porque as idas à oficina sai-lhes do bolso e onde eles nesses inquéritos respondidos afirmam quais asa marcas e modelos de automóveis mais fiáveis. Claro que as pessoas que vão comprar um automóvel levando na ideia de que as marcas e modelos das mesmas hoje em dia são todos de boa qualidade, chegados ao stand que escolheram o comercial que o atende convence-o dessa falsa realidade, até é capaz de lhe dizer que aquele automóvel que ele lhe quer vender a pesar do seu custo ser inferior a um qualquer outro modelo doutra marca, o seu preço é mais apelativo e tem o mesmo padrão ou capaz de afirmar uma qualidade superiora a outra qualquer e claro está que quem não é cuidadoso nem sequer se informa devidamente para poder escolher algo melhor do que aquilo que o comercial lhe está a impingir faz a aquisição e os problemas depois aparecem. Ás vezes até durante o período de garantia que na maioria dos automóveis para a parte mecânica que é a mais susceptível de se registar de 2 a 3 anos, outros ainda mal acaba a garantia, surgem os problemas. E logo para desmentir o conceito que muita gente constrói que hoje em dia os automóveis são de boa qualidade mecânica, sim porque a chapara é praticamente comum a todos, está exactamente nos prazos de garantia que os importadores e os concessionários dos automóveis, oferecem. Dois a três anos. Se fosse verdade que a qualidade é hoje toda igual nos automóveis, porque razão só oferecem garantia de 2 a 3 anos para as deficiências mecânicas. É a prova provada da mentira que impingem aos cliente.

 

Quando a opção não prima pela qualidade obviamente que a opção só poderia ser esta

Toyota termina a produção na Austrália
NHK – 04 DE OUTUBRO
A Toyota fechou sua fábrica na Austrália, terminando mais de meio século de auto-fabricação da empresa no país.

A indústria automobilística da Austrália tem enfrentado vira-latas em competições contra seus rivais no exterior.

Os custos da mão-de-obra aumentaram, tornando difícil para os carros fabricados localmente competir em termos de preços.

A moeda do país ficou forte, diminuindo os preços dos veículos importados. Isso levou a Toyota a fechar sua fábrica nos subúrbios de Melbourne na terça-feira.

A unidade australiana da empresa reduziria sua força de trabalho em dois terços para cerca de 1.300. Diz que manterá seu negócio de vendas e distribuição.

A Toyota começou a produção na Austrália em 1963.

À atenção da CNE. Assim não senhores responsáveis pela realização de actos eleitorais. Desta forma vocês contribuem para a deserção dos eleitores das assembleias de voto.

Votar fui mas vim de lá em brasa, nem sequer a muambada de corvina que foi o meu almoço me soube como habitualmente. Devo salvaguardar antes de relatar a minha irritação que, tenho muito respeito pelas pessoas que constituem as mesas de votação que obviamente estarão lá a fazer um sacrifício enorme e apesar duma dos membros até ter sido simpática ao esboçar um sorriso no momento da minha votação não consegui devolver-lhe a simpatia. Costumo normalmente escolher nos actos eleitorais como hora preferencial de votação a do chamada hora do almoço. E assim foi eu e minha mulher rumamos em direcção à escola secundária no Bairro Dr. Augusto de Castro e pela enorme dificuldade de estacionamento verifiquei que a afluência pelo menos naquela altura era grande. Como já tinha no principio da semana por via da net tido conhecimento qual seria a nossa secção de voto nem sequer perdi tempo a verificar o placard existente à entrada do referido estabelecimento de ensino. E claro não me causou estranheza nenhuma o facto de constatar que quer a secção de voto 15 quer a 16 estavam com uma considerável extensão de pessoas. Entretanto íamos assistindo a passar por nós pessoas de mobilidade reduzida mas outras nem tanto acompanhadas de pessoas afectas à realização deste acto. Para encurtar o relato ao cabo de uma hora e vinte em fila, fomos assistindo à desistência de algumas pessoas que indignadas com a forma como estava a decorrer tão lentamente a votação iam reagindo. E já quase próximo da mesa aparece uma pessoa que sendo conhecida duma outra que estava na mesma fila que eu havia reclamado na mesa e a resposta que lhe tinha sido dada é que aquele tinha sido a mesa escolhida exactamente para as pessoas com dificuldades de mobilidade ou outras e então ela acrescentou então e porque não alternam com a outra mesa que tinha o disparate do mesmo número de eleitores para votar, cerca de 3.700 eleitores o que nalgumas freguesia nem sequer existe esse número de eleitores. Fiquei furioso e quase me apeteceu não votar, porque detesto ser tratado como um carneiro que aguarda na entrada do curral a oportunidade que o pastor lhe dá para nele entrar. Espero e chamo a atenção da CNE, porque ao aconselhar as pessoas a votar tem de organizar as secções de voto de molde a motivá-las e não o seu inverso. E depois admiram-se que o abstencionismo aumente, cada vez mais. Claro quem é que está disposto num dia de calor como hoje tem feito, uma hora e tal numa fila a fim de exercer o seu direito de cidadania. É hora dos senhores responsáveis políticos pensarem seriamente no voto electrónico e tenham a certeza de que no dia em que houver um acto eleitoral proporcionando esse possibilidade a abstenção desce significativamente.

Está a ser uma aposta muita agressiva no abandono dos automóveis movidos a combustíveis fósseis sendo um erro para quem compra carro novo estar a continuar a apostar nessa solução

Toyota para formar empresa de tecnologia com Mazda para carros elétricos
THE-JAPAN-NEWS.COM – 29 DE SETEMBRO
A Toyota Motor Corp. está estabelecendo um novo empreendimento para desenvolver tecnologia de veículos elétricos com o parceiro Mazda Motor Corp., procurando recuperar os rivais em uma corrida cada vez mais frenética para produzir mais carros com bateria.

Os decisores políticos em mercados-chave como a China estão empurrando agressivamente uma mudança para carros elétricos nas próximas duas ou três décadas, pressionando as montadoras tradicionais a montar seus planos de veículos elétricos (EV), assim como os custos de bateria em declínio permitem que mais energia seja empacotada em carros.

A Toyota disse em um comunicado que a nova empresa desenvolverá tecnologia para uma variedade de carros elétricos, incluindo minifíquidos, carros de passageiros, SUVs e caminhões leves.

A Toyota terá uma participação de 90% na joint venture, chamada EV Common Architecture Spirit Co. Ltd., enquanto a Mazda e a Denso Corp., o maior fornecedor da Toyota, terão uma participação de 5%.

Os planos se baseiam em uma parceria anunciada em agosto, quando a maior montadora do Japão concordou em conquistar uma participação de 5% na Mazda e os dois disseram que desenvolveriam conjuntamente tecnologias de veículos elétricos acessíveis.

Depois de anos de foco em trazer veículos de célula de combustível de hidrogênio para o mercado, a Toyota no ano passado criou uma divisão para desenvolver carros elétricos, liderada pelo presidente Akio Toyoda, e disse que planeja apresentar EVs na China nos próximos anos.

Nem Toyota nem Mazda comercializam automóveis de passageiros totalmente elétricos no momento. A Toyota citou a acessibilidade e a gama limitada de carros operados por bateria como obstáculos à popularização em massa até o momento.

A Mazda tem um orçamento de P & D uma fração da Toyota, o que tornou difícil desenvolver carros elétricos por conta própria. Mesmo assim, disse que planeja lançar EVs em 2020.

As ações da Mazda aumentaram 3% após o anúncio, enquanto as de Denso subiram 1,5%. As ações da Toyota eram planas.

A industria automóvel continua a toda a força a apostar na eliminação dos combustíveis fósseis nos meios de locomoção em prol dum melhor meio ambiente.

As montadoras chinesas têm até 2019 para atender novos objetivos de vendas de carros verdes

POR  E 

 China estabeleceu o prazo até 2019 para impor novos e duradouros objetivos de vendas para o plug-in elétrico e os veículos híbridos, relaxando ligeiramente um plano anterior para lançar as regras do próximo ano que deixaram as montadoras globais preocupadas em ser capazes de cumprir.

Os fabricantes de automóveis terão que acumular créditos para os chamados veículos de nova energia (NEVs) equivalentes a 10% das vendas anuais até 2019, informou o ministério da indústria da China em um comunicado na quinta-feira. Esse nível aumentaria para 12% para 2020.

Um único veículo pode gerar múltiplos créditos, o que significa que a proporção por NEVs em volume provavelmente seria menor.

Os objetivos, anunciados pelo Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação, refletiram de perto os planos previamente anunciados, mas eliminam uma cota explícita de 8 por cento para 2018, com efeito, dando aos fabricantes de automóveis um período de carência extra.

As quotas são uma parte fundamental de uma unidade da China, o maior mercado de automóveis do mundo, para desenvolver seu próprio mercado NEV, com um objetivo de longo prazo para proibir a produção e venda de carros que usam combustíveis tradicionais anunciados no início deste mês.

Os fabricantes automotivos globais, no entanto, pediram um amolecimento das propostas para veículos de bateria elétrica e híbridos plug-in elétricos.

De acordo com as regras, os fabricantes de automóveis receberão créditos para veículos de nova energia, incluindo híbridos plug-in e carros totalmente elétricos que podem ser transferidos ou comercializados. As empresas com volumes de vendas anuais acima de 30.000 unidades precisarão cumprir os objetivos.

Esses créditos – que variam de acordo com o alcance e o desempenho do veículo – serão usados ​​para calcular se as empresas atingiram sua quota, um sistema que provavelmente significaria que a proporção real de NEVs constituídas pelas vendas totais era menor.

“As regras podem resultar na produção de mais de 1 milhão de EVs anualmente na China até 2020, ou cerca de 4% das vendas”, escreveu em nota o Simon Mui, um dos meios de transporte e energia do Conselho de Defesa dos Recursos Naturais, com sede nos EUA.

Os fabricantes de automóveis foram, em geral, positivos sobre o movimento.

“Congratulamo-nos com a mudança da indústria automobilística chinesa para uma maior adoção de NEVs e cumpriremos os regulamentos relevantes apresentados pelas autoridades”, disse Ford Motor Co. em um comunicado que respondeu ao anúncio.

A General Motors Co. disse que “esforçar-se-ia por cumprir os requisitos obrigatórios do NEV”, embora acrescentasse “esforços contínuos do governo e as empresas são essenciais para construir uma ampla aceitação do consumidor para NEVs”.

“O GM tem capacidade suficiente para fabricar NEVs na China”, afirmou em um comunicado.

A Honda Motor Co. disse que planeja lançar um carro de bateria elétrica na China no próximo ano e “tentará expandir nossa linha de novos veículos de energia” para atender as cotas.

A China está interessada em combater a poluição do ar e fechar uma lacuna competitiva entre as novas montadoras nacionais e os rivais mundiais. Ele quer definir metas para carros elétricos e plug-in híbridos para fazer pelo menos um quinto de vendas de automóveis chinesas até 2025.

Foi relatado em Agosto que a China demoraria a implementação das quotas do NEV até 2019, dando às montadoras mundiais mais tempo para se preparar.


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