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Mais uma novidade do mundo automóvel do Japan Times

Engenheiro da 15ª geração do Toyota Crown lembra o desafio de trazer o carro-chefe de

luxo para a era da rede

KYODO

“Eu tive que desenvolvê-lo no meio duma pressão crescente”, lembra Akira Akiyama, 55, engenheiro-chefe do 15º modelo.

Com a maioria dos motoristas da Crown na faixa dos 60 anos, a Toyota Motor Corp. está preocupada com a possibilidade de o sedã ser extinto, se não estimular o interesse das gerações mais jovens de motoristas.

“Não se torne Tokugawa Yoshinobu”, disse um superior a Akiyama, referindo-se ao 15º e último shogun do xogunato Tokugawa (1603-1867). O comentário foi feito no “Crown Club” – o encontro anual dos engenheiros-chefes do modelo. Depois disso, Akiyama ficou determinado a manter o sedan vivo.

Lançado pela primeira vez em 1955, o Crown tem sido consistentemente popular, impulsionado pelo bem conhecido slogan da marca “Crown, algum dia”. O próximo modelo, que contará com sua própria rede de comunicações, será o 15º da linha.

Para superar rivais como a alemã Mercedes-Benz e a BMW no mercado japonês, a equipe de desenvolvimento realizou um teste de uma semana da última versão, que chegou às concessionárias na terça-feira, no duro circuito de Nürburgring, na Alemanha.

“Isso reuniu as ambições da equipe de desenvolvimento para superar o padrão mundial”, disse Akiyama, expressando satisfação com o carro.

Akiyama, que era um grande fã da Crown, que escreveu o famoso slogan publicitário em seu anuário da Yokohama National University, realizou seu sonho de participar de seu desenvolvimento depois de ingressar na Toyota em 1986.

Ele começou sua carreira executando experimentos projetados para testar vibrações e ruídos produzidos por veículos. Em 2007, ele assumiu um papel no planejamento e desenvolvimento do carro.

Em sua vida privada, o engenheiro gosta de dirigir sua amada coroa em feriados para jogar tênis ou mergulhar. Com seus três filhos adultos fora de casa, o nativo da Prefeitura de Yamaguchi vive com sua esposa.

Mais uma novidade anunciada pelo Autoblog

Toyota introduziu o sedan de Century especial do motorista em 1967. A primeira geração passou 30 anos em produção, a segunda geração aposentou-se depois de uns 21 anos comparativamente jovens na linha. A terceira geração que se vê acima claramente permanece no século , mas actualiza o modelo com todos os tipos de tecnologia que não existiam no século passado – nem o tempo nem o carro. Ao mesmo tempo, o transporte escolhido pelo Imperador do Japão e pela Casa Imperial permanece fiel às tradições japonesas de artesanato e detalhes.

O treinador se expande um pouco para 2018, o comprimento total que se estende por três polegadas para 210 em uma distância entre eixos que cresceu 2,5 polegadas para 121,6, largura de dois centímetros e altura de 1,1 polegadas. O espaço para as pernas aumenta para os passageiros do banco de trás – o comunicado de imprensa não menciona melhorias na área do motorista, porque esse carro não é para eles – e elevar o piso em 0,6 polegadas facilita a entrada no compartimento traseiro, porque o piso agora nível com a placa de chinelo. Um corpo mais rígido monta uma nova suspensão pneumática controlada eletronicamente e pneus especialmente desenvolvidos para suavizar o passeio. A instalação perfeita da prova de ruído e o cancelamento de ruído ativo restringem a algazarra. 

Abaixo do teto traseiro coberto de tecido levantado com um manjipadrão de treliça simbolizando prosperidade e longevidade, pano de lã cobre os assentos e guarnição de madeira abrange todo o resto. Os VIPs no banco traseiro esquerdo podem receber uma massagem e descansar as pernas cansadas no apoio para as pernas, e ele ou ela ganhará direitos automáticos para a tela sensível ao toque de sete polegadas que ajusta a função de massagem, controle de temperatura, estéreo e cortinas . Todo VIP visualiza a tela de entretenimento de 11,6 polegadas que envia áudio de 12 canais através de 20 alto-falantes. 

Toyotapoderia ter colocado ainda mais esforço no detalhamento exterior. Um artista passa seis semanas fazendo cada emblema da fênix na grade do “loop infinito”, o motivo do loop dividido em quadrantes que representam “harmonia, prosperidade e prosperidade florescente”. A curva das portas é notada por “um tratamento de superfície usado no período Heian” em divisórias de quarto, a era Heian que abrange de 794 a 1185 dC Um novo e exuberante preto apelidado de “Kamui” recebe seis camadas de tinta, e um sétima camada de revestimento transparente que contém a tinta preta. Depois de três lixadas molhadas e depois de polir, a Toyota diz que o resultado parece laca preta. 

O anterior 5.0-litro V12 abre caminho para o V8 de 5.0 litros 2UR-FSE do Lexus LS 600hque partiu nosso mercado em 2016. O motor produz 375 cavalos de potência 376 libras-pés de torque, um motor elétrico adiciona 221 hp para um total de 425 hp, além de outro 221 lb-ft. As ajudas de direção do Toyota Safety Sense, como o Blind Spot Assist e o Parking Support Alert, ajudam o motorista a manter seu trabalho. Os novos recursos do Helpnet e do D-Call Net chamarão os serviços de emergência se e quando as coisas correrem mal. 

A Toyota só quer vender 50 coroas por mês no Japão, a um preço de 19.600.000 ienes – cerca de US $ 178.000. Isso se compara a 16.640.000 ienes para uma longa distância entre eixos Mercedes-Benz S 560, ou cerca de US $ 151.500. 

Não creio que António Costa se sinta diminuído pelo facto de não ter sido convidado para invocação do 1º. ano da catástrofe de Pedrógão

Julgo que António Costa deverá estar pouco preocupado com o facto de não ter sido convidado para a invocação do fatídico dia em que Pedrógão assistiu a uma catástrofe alguma vez registada em Portugal, a partir do ano em que se institucionalizou a abertura da chamada “Época dos Incêndios” ou seja a partir da altura em que começaram a aparecer diversos interesses e interessados relacionados com os incêndios florestais e os negócios que a partir dessa altura passaram a florescer. Já é altura de passarmos duma vez por todas a interpretar a verdadeira realidade que se institucionalizou em Portugal há várias décadas e que ninguém com responsabilidade governativa teve ainda a coragem de denunciar. O flagelo dos incêndios não reside no facto de não haver limpeza das matas. O flagelo dos incêndios existe porque existe muita gente que lucra com o resultado que decorre desse flagelo. Este não resulta de causas naturais, porque isso é conversa para os bois ouvirem que não a entendem. A partir da altura em que a madeira oriunda das frondosas matas de Cabinda, mas não só, deixaram de servir os negociantes de madeira foi então instituída esta forma de ultrapassar esta carência de matéria prima. E como há 40 anos Portugal dispunha duma densa mancha florestal, essa mesma mancha passou a ser destruída não no seu todo mas a permitir a carência de matéria prima para alimentar a industria ligada aos madeireiros, mas não só. As empresas produtoras de pasta de papel floresceram de forma substancial e curiosamente Portugal até é considerado o País produto da melhor pasta de papel.. E no dia em que houver coragem política e que o poder acabe com esta pouca vergonha que é o negócio relacionado com os incêndios florestais, deixa de haver incêndios.

O PCP por muito esticar a corda das reivindicações dos professores tanto pode subir umas décimas nas intenções de voto, como descê-las

Os partidos de esquerda PCP e BE que apoiam no Parlamento o governo do PS, tem-se notado as oscilações que se revelam nos resultados das sondagens quer para cima quer para baixo na tendência do eleitorado. É certo que quer um quer o outro partido parceiro, têm subido umas décimas, com maior revelo o BE que remeteu o CDS para a 5ª posição, tendo em vista a revelação do último barómetro que conhecemos. É certo que ambos parceiros têm beneficiado destas ligeiras subidas, porque têm reclamado para si o mérito das reposições salariais e das pensões de reforma, argumentando que são as suas pressões sobre o governo do PS que tal tem sido conseguido. Esse mérito apesar de não ser um exclusivo dos partidos que apoiam o governo, também é do PS que no que tem sido até ao momento conseguido também ao mesmo se deve pois é quem faz a gestão do orçamento e isso é preciso fazê-lo com cautela, para que não haja desvio dos compromissos assumidos com a UE e não se voltar a resvalar para o abismo onde já havíamos caído. O PCP sempre chamou a si a luta dos professores o que não é de estranhar mas este endurecimento por ser o seu estilo não lhe irá granjear mais umas décimas nas intenções de voto porquanto na classe docente além de existir quem milite nos partidos da direita, outros há que militam no PCP, no BE no PS, e ainda outros que apesar da sua não militância têm obviamente as suas simpatias políticas. E obviamente que quem não se identificar com os partidos das esquerda mas sim com os da direita, apesar de até poderem reconhecer este empenhamento do PCP no sentido da tentativa de melhorar o seu ordenado mensal, não será por essa razão que vão nele votar nas próximas eleições. O governo do PS e muito bem tem tido a suficiente precaução para não cometer desaires orçamentais até porque a função pública não confina ao corpo docente em exercício neste País. Existe todo um universo de categorias na Função Pública, que tem o mesmo direito que os professores e aos quais também foi aplicada a congelação das suas carreiras e se debatem exactamente com o mesmo objectivo dos docentes que é ver as suas carreiras descongeladas e obviamente os seus vencimentos melhorados, situação que no seu conjunto obviamente terá de ser muito bem ponderada, porque envolverá muitos milhões de milhares de euros, quando houver condições financeiras para satisfazer estes objectivos das demais carreiras do funcionalismo público. Até porque tudo isso deve ser muito bem ponderado e as negociações devem ter em conta um médio prazo para que sejam aplicados os critérios de progressão nas carreiras de forma a que os valores a serem aplicados sejam inscritos nas respectivas rubricas orçamentais, mas tendo sempre em vista que a aplicação das progressões nas carreiras deverão sempre serem vistas por um todo e não apenas na satisfação duma classe profissional, porque como é sabido, a progressão quando aplicada, implica o pagamento de retroactivos aos contemplados e isso envolve verbas avultadas. Portanto o governo tem de manter a sua prudência tal como tem vindo a fazer, sem receio de que o próximo orçamento venha a não ter o apoio do PCP ou até mesmo do BE, porque se isso acontecesse, o que pessoalmente não creio, poderíamos ter de ir para eleições legislativas antecipadas e o único partido que com elas beneficiaria era exactamente o PS. E julgo que o PCP e o BE, prudentemente não irão cair nesse erro pois seriam castigados eleitoralmente. 

Fernando Medina face à notícia da SIC da existência de seis milhões de ratos em Lisboa, tem necessidade de recorrer a tal censo de forma a debelar este flagelo.

Não há dúvida nenhuma que a SIC do Francisco Pinto Balsemão é dum rigor informativo que espanta qualquer ser humano. Então oiçam só esta notícia. Em Lisboa existem seis milhões de ratazanas, a vaguear pela cidade. Como é que estes propagandistas baratos chegam ao apuramento deste número de ratazanas existentes na cidade de Lisboa. Sinceramente já não há paciência para se ouvir tanto disparate informativo. Pois bem. Sempre houve e vai continuar a haver ratazanas nos colectores dos esgotos domésticos, quer em Lisboa, quer em qualquer cidade ou vila do país. Na minha aérea de residência durante várias décadas e na gestão do autarca modelo, as baratas invadiam os prédios através da rede de esgotos e isso aconteceu durante várias décadas. Era baratas enormes que até tínhamos alguma dificuldades de as matar tal a sua resistência até ao esmagamento duma vassourada. Reclamamos sucessivamente durante décadas e nunca fomos atendidos na nossa reclamação, apesar de invocarmos que a origem desse foco de baratas provinha da rede de esgotos domésticos. Por tanta insistência ter havido, assistimos já lá vão, talvez uns 5 anos, ou seja na gestão do Paulo Vistas, finalmente a CMO resolveu intervir na rede de esgotos domésticos, realizando por diversas vezes desbaratizações, o que levou a que neste momento não nos confrontemos com a existência desses insectos incomodativos.

A comunicação social, continua a insistir numa propaganda anti PS que há alguns anos atrás surtiu efeito desejado, mas que agora já não resulta

Tenho insistido em chamar a atenção para este insistente erro da comunicação social, sempre que o PS está no poder, no constante deita abaixo, cuja cegueira é tal que até das diversas farsas e farpas que lançam, da sua constante insistência, querem transformá-las em verdade. Esse esquema foi como sabemos aqui há uns anos atrás concebido por um brasileiro era então na altura secretário-geral do PS Eduardo Ferro Rodrigues e que na altura o PS nas sondagens então divulgadas, estava à beira de atingir a sua maioria absoluta. E nessa altura este esquema do tal brasileiro ao serviço do PSD, surtiu efeito, porquanto a propaganda era de tal forma intensa levada a cabo pelos mesmos promotores de agora, toda a comunicação social que convenceram que o então secretário-geral do PS estava envolvido no processo da Casa Pia. Mas como a história não se repete, apesar de na altura o resultado ter sortido efeito a comunicação social ao serviço dos grandes grupos económicos ligados à direita, mas não só, até a estação do chamado serviço público, faz igualmente coro, com as demais nesta contínua campanha de descrédito do PS, baseada em falsidades, a que as mesmas pessoas que antes foram por eles enganadas, já não voltam a cair ingenuamente nesta propaganda falaciosa. E o resultado está bem à vista. Os partidos da direita não descolam das percentagens mais baixas que alguma vez obtiveram a avaliar-se pelos barómetros nas intenções de voto.

Os promotores da manifestação do próximo dia 28 de Maio, deliberadamente esquecem-se que a culpa dos sucessivos aumentos dos preços de combustíveis se deve exclusivamente a Durão Barroso

Quando o então primeiro ministro José Manuel Durão Barroso teve a brilhante ideia de terminar com os preços regulados, tal como na altura António Guterres conseguirá manter, não assistimos a qualquer tipo de manifestações ou contestações que agora se verificam, apesar de cada vez mais vermos o parque automóvel a aumentar significativamente e as artérias rodoviárias carregadas de trânsito automóvel. Quando Guterres foi 1º. ministro e de quando em vez os combustíveis subiam 1 cêntimo ou dois os que agora organizam manifestações promoviam contestações a esse aumento com fortes perturbações no trânsito, recorda-se aquela célebre manifestação na Ponte 25 de Abril. Liberalizados os preços então por Durão Barroso, que utilizou o argumento de que essa liberalização iria beneficiar largamente os consumidores, tendo em vista a chamada lei da concorrência. Foi como todos nos lembramos um verdadeiro embuste esse argumento invocado, porque nunca mais se verificou outra coisa que não fosse o aumento permanente do preço dos combustíveis pela simples razão de que os revendedores que depois desta medida apareceram que nem cogumelos a atestar que o negócio é efectivamente rentável, constatando-se assim uma verdadeira concertação entre os ditos revendedores de combustíveis que apesar de sempre negarem tal procedimento o certo é que ela se pratica. Os manifestantes que agora estão a promover a contestação para o dia 28 de Maio, certamente já nem sequer se lembrarão que o causador deste registo que nos afecta a todos e beneficia os negociantes de combustíveis, foi Durão Barroso, mas ocorre que este esquecimento é deliberado.


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