Isto porque cada vez mais existe gente que anda muito enganada acerca da fiabilidade dos automóveis transcrevo o resultado dum estudo publicado no autoblog

É certo que a fiabilidade dos automóveis se resume aos EUA, mas uma coisa é certa relativamente ás posições cimeiras não existem grandes diferenças face a outros estudos publicados em anos anteriores. Como se vê os automóveis da marca alemã não têm sequer lugar nas listas, com excepção da Mercedes Benz também ela não muito bem classificada. Os proprietários do Mini que reflictam bem sobre a sua posição negativa já que a Land Rover foi sempre uma marca muito mal cotada do ponto de vista de fiabilidade, lugar que vai continuando a manter.

JD Power lançou sua confiabilidade para os EUA: ganha Lincoln, Toyota e Jaguar escala permanece fortes posições

por Alberto Ballestín em 17 março de 2011


É um ano de referência inescapável. O consultor JD Power and Associates lançou seu estudo de viabilidade para o mercado dos EUA, e há poucas surpresas na frente, o que não significa uma repetição das posições anteriores. Desta vez foi Lincoln  a empresa mais confiável, a marca o mais recente prêmio de propriedade da Ford uma posição com relação a 2010 , seguido na lista por Lexus y. .. aguarde …Jaguar ! Cat Coventry, mais acostumados a andar na parte inferior da tabela, fica na terceira posição, deixando clara a modernização de seu catálogo.

 

 

JD Power obtidos consultando a lista de 43.700 proprietários de veículos em primeira-mão modelo 2008, e registando o número de problemas relatados por 100 veículos, dos quais levou os chamados “pontos PP100.” O veículo com um menor número de falhas é o Porsche 911 , com apenas 68 PP100, e Toyota , apesar da revisão campanhas , está varrendo a lista de modelos, com nada menos que sete prêmios em 20 categorias agrupadas. Estávamos com o desejo de saber quais foram os modelos mais baixa nominal, mas se você quiser as marcas, Land Rover , Jeep e MINI estão no menor Bajun da lista. Não o tipo de marca que vai querer refletir em seus folhetos. De acordo com a JD Power, o relatório deste ano mostra o menor número de incidentes por veículo nos 21 anos que ele vem fazendo este estudo, em grande parte devido à maturidade dos sistemas de equipamentos eletrônicos. A média da indústria foi de 151 PP100.Você pode encontrar todos os resultados em nossa galeria.

Já previa isto e ainda ontem comentei no Facebook, que pelo facto de não ter havido conferência de imprensa após a maratona negocial entre o 1º. ministro e Jardim

Hoje os partidos de oposição e o parceiro de coligação do governo, também admitiram o mesmo. Nada de estranhar estas posturas dos que foram líderes do PSD, nem do actual,  porquanto sempre recearam Alberto João Jardim cedendo em todos os seus desaires governativos, vá se lá saber porquê. Eu sinceramente tenho uma desconfiança, que não deverá estar muito longe da realidade porque não é possível entender esta continua cedência aos caprichos do presidente do governo regional da Madeira. E por isso vão continuar os contribuintes do Continente a quem ele volta meia volta se permite ofender a suportar  esta continuidade no despesismo madeirense. Curiosamente não sendo novidade este repetitivo procedimento de Jardim, os madeirenses porque lhes interessa continuam a mantê-lo no poder, isto porque nenhum líder do partido a que ele pertence jamais teve a coragem de o meter na ordem.

Mais uma aldrabice proporcionada por este executivo que tal como aconteceu com o Durão Barroso na liberalização dos preços dos combustíveis a vantagem dos consumidores foi nenhuma

Acabei de ouvir uma peça televisiva que reportava eventuais vantagens neste caso apenas de dois fornecedores de energia eléctrica a EDP e a Endesa, isto no âmbito da liberalização do mercado energético. Lembrei-me logo da fraude que foi o resultado da liberalização do preços dos combustíveis instituída pelo governo do Durão Barroso e que como temos constatado todos aqueles que possuem automóvel, não se verificou na pratica, os preços dispararam e os descontos da distribuidoras não passam duma aldrabice, com excepção dos postos de abastecimento instalados nas cadeias de distribuição alimentar que obriga aqueles que postam em ter algum benefício a filhas imensas na espera para abastecer. Os exemplos apontados, no caso da EDP comercial, os descontos são de 10% mas numa parceria com o Continente, obrigando quem disso queira beneficiar a fazer compras nos seus hipermercados ou lojas. A Endesa propõe concorrer com um desconto de 5% mas directamente na factura. Faltam as restantes empresas que estão no mercado liberalizado a anunciar os seus descontos, mas não tenho dúvidas face ao resultado que decorreu da liberalização dos combustíveis que mais uma vez os consumidores não vão ter qualquer vantagem económica como aliás ficou bem provado.

O meu aplauso para Pedro Tadeu por este seu artigo publicado no DN, o qual ilustra os diversos tiros nos pés que Cavaco Silva dá

O professor Aníbal Cavaco Silva está sempre a lembrar as suas “origens humildes” e fala, com frequência, dos tempos de jovem adulto, da vida disciplinada, de estudo e trabalho que iniciou o seu percurso. Inúmeras vezes ouvimo-lo distanciar-se da classe política, colocando-se sempre noutra classe de pessoas, apesar dos mais de 30 anos de participação activa, ao mais elevado nível, na condução dos destinos do país.

O Presidente da República está sempre a recordar-nos que é um homem do povo e procura, em todos os momentos, sublinhar o contacto que julga manter com as suas raízes “genuínas”, tentando ligar-se a algo que terá deixado para trás há qualquer coisa como 50 anos. A descrição que este homem faz de si só próprio conhece apenas uma variação ao mote da raiz popular – o orgulho no percurso de académico e de economista, na esperança de obter o reconhecimento de entrada na classe dos sábios

Cavaco Silva não quer ser da classe política. Não quer ser da classe dos ricos. Não quer ser da classe dos poderosos. Não quer ser da classe burguesa. Não quer ser aristocrata. Quer ser da classe popular e da classe dos sábios. Mas, entretanto, passou 30 anos a pisar passadeiras vermelhas em palácios de todo o mundo, passou 30 anos a ver banqueiros, empresários, poetas, artistas, filósofos, políticos, músicos, nobres, outros falidos, jornalistas, professores, médicos, advogados, estadistas e todos os melhores representantes de todas as classes superiores a desfilar à sua frente, ouvindo-o, curvando-se, bajulando-o, adorando-o. Passou 30 anos a conquistar e a usar o poder. A infância de Boliqueime ficou tão longe…

Cavaco Silva fala muitas vezes em nome do povo, das sua dificuldades, das suas misérias, solidário. Mas, à razão de 10 mil euros por mês, não consegue já ver o povo. Não é um problema de carácter ou de falta de honestidade intelectual. Cavaco perdeu-se de si próprio, entre as saudades da sua origem e o orgulho da sua conquista. Cavaco perdeu, classicamente, a consciência de classe.

Diz o mito que Maria Antonieta, rainha de França, respondera, sobranceira, a um pedido de pão feito por pobres: “Não têm pão? Comam brioches”. Diz a história que isto não se passou, que ela até se preocupava genuinamente com os miseráveis das ruas, vislumbrados do alto da sua carruagem, mas que a Revolução Francesa, a raiz da democracia, se construiu também em cima dessa discrição de arrogância cínica, ignorante, mais tarde vingada a golpe de guilhotina.

Era previsível que isto pudesse acontecer, mais cedo ou mais tarde

Segundo o Autoblog, as vendas do Chevrolet Volt estão em queda nos EUA e muito provavelmente não terão qualquer êxito noutros países. Estou lembrado duma expressão do actual presidente dos EUA Barack Obama, quando, referindo-se à Chrysler, afirmou que, por os seus responsáveis não se terem actualizado nem evoluído, já não sairiam mais apoios estatais para a tirarem de dificuldades. O problema é que a falta de fiabilidade dos automóveis produzidos nos EUA não se circunscreve à Chrysler mas sim a todas as marcas e o resultado está à vista. Curiosamente por cá e só por razões de falta de informação os marcas de automóveis oriundas dos EUA, continuam a agradar aos consumidores portugueses. Alguns deles muito provavelmente já se terão arrependido, mas os gostos não se discutem e as opções muito menos.

O Sol quando nasce, contrariamente ao que se afirma, não é para todos é para alguns

Nem sempre aprecio os artigos de opinião deste articulista do DN, mas deste muito sinceramente gostei

Um dia, é o primeiro-ministro que agradece a “discreta mas importante intervenção” do presidente da República no acordo chamado de concertação social. No dia seguinte, é o presidente da República que, voluntária ou involuntariamente, decide sabotar qualquer esforço de concerto, com “c” ou com “s”.

A esta hora, já toda a gente conhece as declarações de Cavaco Silva sobre os seus ganhos e os seus gastos, as quais, a bem da clareza, merecem um par de ajustes face às paráfrases sarcásticas ou indignadas que circulam por aí. Cavaco Silva não afirmou que a sua reforma é de 1300 euros por mês, mas que a sua reforma enquanto professor universitário e investigador na Gulbenkian é de 1300 euros por mês (se juntarmos a do Banco de Portugal, a coisa parece ascender aos 8 mil). Cavaco Silva também não afirmou que não consegue pagar as despesas pessoais, mas que necessita de recorrer às poupanças que realizou para complementar os rendimentos periódicos.

De resto, é escusado distorcer as declarações em causa para torná-las absurdas. Há absurdo suficiente quando o chefe de um Estado falido e cujos cidadãos ganham, se ganharem de todo, uma média de 700 ou 800 euros, se lamenta de que 9 mil euros mensais não chegam para uma existência decente. A maçada, claro, não são os montantes: são os lamentos. Não acho que Cavaco Silva deva regular o nível de vida pelos padrões de quem aufere dez vezes menos, nem que se deva envergonhar das pensões que lhe cabem por direito, nem sequer que deva cair na recusa demagógica do respectivo salário (em que aliás caiu). Acho apenas que lhe convinha ter uma noção, ainda que vaga, do cargo que ocupa e daquilo que o rodeia. No mínimo, a tentativa de se aproximar do homem comum na pobreza material levou Cavaco Silva a suplantá-lo em pobreza de espírito.

Tamanho delírio custa mais porque a distância entre a classe política e o mundo real esteve precisamente na origem das loucuras que nos trouxeram à desgraça vigente. Após suportarmos governantes que cantaram loas à prosperidade enquanto esfarrapavam o país, dispensava-se um PR que admite a crise enquanto ignora as condições do país que a sofre. Após suportarmos a regular opinião de lunáticos que condenam a austeridade como se houvesse alternativa, dispensávamos um PR que confunde austeridade com abundância. Após suportarmos a popular lengalenga de que estrangeiros sombrios conspiram para esmagar uma nação inocente, dispensava-se um PR que atribui às agências de rating todos os males da pátria, não por acaso o que Cavaco Silva fez na exacta intervenção em que chorou a minguada reforma.

Por distracção ou inconveniência gerais, o escândalo subsequente ao segundo disparate abafou o primeiro. Dado que ambos são inseparáveis, foi pena: seria útil notar que, graças aos vultos políticos de que dispõe, Portugal é perfeitamente capaz de se desgraçar sozinho.

Convém esclarecer os distraídos, que dos impostos sobre os produtos petrolíferos, sempre sairam verbas avultadas para compensação das empresas públicas de transportes

Foram portanto os automobilistas que através do elevado custo dos combustíveis suportaram ao longo dos anos as elevadas verbas que constituíam o fundo compensatório a pagar ás empresas públicas de transportes relativamente aos passes sociais. Isso aconteceu ao longo de várias décadas e foi aliás essa a razão de que se serviram sempre os governantes para agravarem ao longo dos anos o custo dos combustíveis a partir da sobrecarga de impostos sobre os combustíveis. Pelos vistos esses fundos de compensação nunca foram suficientes para solver as dívidas acumuladas pelas empresas públicas de transportes, também elas mal geridas, mas com o pagamento de elevadas remunerações aos seus conselhos de administração. O titular da pasta da economia entendeu após a sua posse aumentar substancialmente o preços dos transportes, invocando a existência dos elevados prejuízos acumulados das empresas de transportes. E num curto espaço de tempo os aumentos aconteceram, um já em vigor e outro que vai começar a ser praticado a partir do dia 1 de Fevereiro. Todavia o ministro da Economia, face a este aumento elevado dos transportes não faz qualquer alusão ao facto dos automobilistas continuarem a suportar o tal imposto sobre os combustíveis e se destina ao fundo da compensação a pagar todos os anos ás empresas públicas de transportes. Ou seja antes só sacavam dinheiro aos automobilistas para beneficiarem aqueles que utilizavam os transportes públicos agora vão buscar receitas a uns e a outros. Grandes gestores estes.

Este cara de anjo, um dos que nos seus artigos de opinião publicados no DN mais mal disse do governo do Sócrates e do PS vê agora compensado o seu esforço

Dizia ontem um comentador na televisão,  militante do CDS , que o critério usado pelo governo é o da competência. Relativamente a este senhor, não existe nada no seu currículo que demonstre ter competência para substituir o anterior titular do CCB, António Mega Ferreira, esse sim que demonstrou segundo opinião de quem sobre o seu trabalho se pronunciou o ter realizado com competência. E não vale a pena estes papagaios falantes que se encontram presentemente no poleiro, fazerem citações destas relativas ás escolhas e aos critérios que as presidem porque o que se trata aqui é de compensar todos aqueles que, num coro absolutamente ensurdecedor, gritaram bem alto que o governo do PS era a causa de todos os males do País. Esta é a verdadeira realidade tudo mais apenas consistem na tentativa de nos deitar areia para os olhos.

Esta imagem surripiada do Correio da Manhã inspirou-me esta legenda

Que pena esta perna do bovino não se soltar do gancho e acertar na cabeça deste titular. Podia ser que lhe avivasse melhor as ideias.

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  • RT @fernando_cabral Blogger da Geórgia explica ataque ao twitter http://bit.ly/Oybo5: Fica assim provado que os russos são uns tipos porreir 2 years ago
  • não a favoreceu. Bem longe disso. 2 years ago
  • Isto por aqui está desinteressante, ninguém aborda ninguém, por falta de tema desafiante, adeus e passem muito bem 2 years ago
  • Será que a ideia de rasgar, vai contemplar o plano tecnológico, para que Portugal possa ficar, mais atrasado no resultado lógico 2 years ago
  • a compra de de tamiflu que nem sequer está aconselhado para combater esta estirpe 2 years ago

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