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Primeiro porque deixam de ter a oportunidade de ocuparem um lugar que diga-se em abono da verdade não fazia sentido nenhum porquanto não tendo um magistrado judicial qualquer curriculum em matéria de investigação que sentido é que fazia estar a dirigir uma polícia essencialmente vocacionada nessa área. E por isso é que ultimamente não se conseguia manter por um período minimamente razoável um director nacional da PJ porquanto os escolhidos caiam permanentemente na tentação de mandarem bitaites sobre uma matéria que envolve profundo conhecimento técnico e pratico algo que nenhum dos escolhidos o possuía. Julgo pois estarmos perante uma opção correcta, independentemente desta ter satisfeito os respectivos profissionais e o representante dos juízes afirmar o risco que passará a existir face à não dependência desta polícia do poder judicial. Como se porventura antes estivesse-mos habituados
a ver políticos a serem presos por corrupção.

Mas não consegue agora nem nunca demonstrar que as suas afirmações são falsas porque não correspondem à realidade, pois os factos são demonstrativos que efectivamente ele tem total razão nas suas afirmações, porque são consistentes.

Ela existe é uma triste realidade e a sua dimensão não atinge ainda um maior número de pessoas porque existem as Instituições Particulares de Solidariedade Social que no dia a dia vão colmatando este flagelo dando de comer a quem tem fome e não dispõe de qualquer tipo de rendimentos para se alimentar. Recentemente, mas propriamente no feriado do 25 de Abril andei pelo nordeste transmontano e Beira Alta e constatei como o fará qualquer pessoa que por lá ande a existência de enormes extensões de terreno absolutamente desprovidas de qualquer actividade agrícola. Portanto não venham os entendidos afirmar que a causa está na opção que agora os agricultores estão a fazer em produzirem matéria prima para produção de bio-diesel porque isso não colhe. Existem vastas áreas de terreno que se encontram completamente ao abandono porque os seus proprietários pura e simplesmente chegaram à conclusão que não vale a pena neles produzirem seja o que for porque tão pouco sequer consegue tirar rendimento para pagar o investimento que fazem. Isto porque não existe uma política agrícola capaz de incentivar a produção uma vez que no nosso País tal como sempre aconteceu os intermediários (ou seja os chulos) aqueles cujo trabalho apenas se resume a comprar na produção ao preço da uva mijona os produtos agrícolas e se limitam a transportá-los para os seus armazéns, ganham mais do dobro, do valor que pagaram a quem produziu. E mesmo assim a maioria daqueles que teimam em continuar a produzir alguns produtos agrícolas, mas que não são contactados pelos intermediários, esses tão pouco sequer têm a mínima possibilidade de escoar a sua produção.

Muita pouca gente no salão comparando com anteriores edições e tratando-se do último dia deste certame, embora ainda nada tenha lido sobre a afluência de público, leva-me a presumir que talvez tenha sido aquele que teve menor afluência. A este facto não deverá ser alheia a crise económica porque passa a maioria da população a qual tem reflexos a vários níveis nomeadamente a este. O stand que mais público concentrava era o da Honda, não tanto pelos modelos que expunha, com excepção do Accord não conhecido os demais modelos já são mais que conhecidos. Mas dizia este stand era o que mais público concentrava porque a vedeta do certame o robot ASIMO ia demonstrando toda a sua capacidade para o qual está programado, sendo entusiasticamente aplaudido por alguns visitantes à medida que ia executando as tarefas ordenadas pela assistente. Por mais que os nossos governantes queiram ignorar a crise que o País atravessa ela é visível em todas as áreas do nosso quotidiano pese embora neste caso concreto dum Salão de Exposição de Automóveis
a sua importância seja menor, comparativamente com a afluência às grandes superfícies para se comprarem artigos de primeira necessidade e também aqui como também observamos também é notório
o decréscimo de clientes face a anos anteriores.

Claro que sim, ele e todos os outros candidatos. Até o próprio Santana Lopes que ocupou o lugar inesperadamente numa altura que tão pouco sequer era um deputado eleito pelas listas do seu PSD também o foi na convicção de que estava preparado para o exercer só que efectivamente demonstrou ser uma total negação nesse exercício embora ele como todos os outros imediatamente assim que assumem o cargo se rodeiam dum vasto apoio de assessores com vista ao seu melhor aconselhamento e orientação adequada à linha de governação. Só que a escolha da equipa de assessores é feita com base apenas e exclusivamente em critérios de relacionamento de amizade, quase nunca essa escolha se revela proveitosa. Embora os critérios de selecção não têm que ser muito exigentes na medidas em que qualquer Governo do nosso País tem essencialmente de observar as regras de gestão ditadas pela CE.

Que afinal a crise de liderança do PSD é largamente favorável ao PS. E não tenhamos dúvidas que contrariamente a outra sondagem que foi realizada e concluiu ser Ferreira Leite a melhor posicionada para vencer Sócrates, ou até mesmo Santana Lopes, conclusão que me parece absolutamente disparatada, quer um, quer outro, irá, no caso de vir a ser o novo líder do PSD, novamente sujeitar o partido a sofrer uma humilhante derrota.

As nossas crianças, desaparecidas não por culpa dos seus progenitores mas porque vinham da escola para casa ou brincavam num qualquer jardim e jamais voltaram a ser encontradas, nunca mereceram a atenção nem o destaque da nossa comunicação social. E o desaparecimento de Madeleine esse sim por exclusiva culpa dos pais que se divertiam com os amigos num jantar, tem permanentemente ocupado páginas inteiras de jornais, largos minutos de antena nos telejornais, como se a vida de todos nós se resumisse às preocupações do casal MacCann que, mais preocupados em limparem a sua imagem face à opinião pública insistem em provar que eles são inocentes e não tiveram qualquer culpa no desaparecimento de sua filha. Obviamente que me ocorre logo a imagem transmitida pela televisão duma cidadã residente na cidade do casal MacCann que sem rodeios referiu se tal tivesse acontecido na Inglaterra e com ela a entrevistada muito provavelmente teria sido presa por não ter tido o cuidado devido com a guarda de sua filha. Estas foram entre muitas outras as declarações de cidadãos ingleses que pronunciando-se sobre as circunstâncias em que a Madeleine desapareceu na praia da Luz não tiveram qualquer dúvida em culpabilizar os seus pais. No entanto a nossa comunicação social por falta de imaginação ou manifesto desinteresse na busca de notícias e tantas existem que deveriam ter um tratamento noticioso, são pura e simplesmente ignoradas porque são estas que na sua opinião vendem.

Não há memória de nos lembrarmos de que tivesse havido outra época tão propícia e favorável ao enriquecimento acentuado dos banqueiros. Como todos se lembrarão qualquer Banco há uns anos atrás começava por aliciar os seus clientes através dum simples depósito à ordem pagando-lhes se porventura o saldo médio mensal fosse interessante juros no final do ano. Para continuarem a cativar o cliente os pagamentos inter-bancários não eram sujeitos à cobrança de qualquer taxa de serviço. Isso levava a que alguns clientes que conseguiam fazer algumas poupanças se dirigiam ao seu Banco e ali efectuavam as aplicações aconselhadas pelo respectivo balcão. Mas hoje em dia por inércia do Banco de Portugal a entidade fiscalizadora e reguladora da actividade bancária, esses benefícios que a Banca então concedia aos seus clientes deixaram pura e simplesmente de se praticarem. Independentemente do saldo médio à ordem, ainda que interessante possa ter o cliente no final do ano o seu Banco pura e simplesmente não lhe credita qualquer valor de juros e com a agravante se porventura o saldo mínimo for inferior ao valor estipulado são-lhe debitadas despesas de manutenção. Ou seja o Banco de Portugal consente que a Banca tenha deixado de pagar juros por depósitos à ordem mas em contrapartida permite-lhes que cobrem ao cliente despesas no caso do saldo for inferior ao mínimo exigido. Mas o despautério não se fica por aqui, além da Banca cobrar pelas operações interbancárias que eventualmente o cliente realize, também já cobra pelas operações feitas no seio do próprio banco, ou seja se o cliente fizer uma operação bancária dentro do mesmo banco também lhe são debitadas despesas. Estamos perante um verdadeiro escândalo consentido pelas entidades fiscalizadoras da actividade bancária que nos vai levar a reflectir se valerá a pena recorrermos a estas instituições quer para lhes confiar a guarda do nosso dinheiro quer ainda para através delas efectuarmos qualquer tipo de pagamento de serviços ou compra de bens.Pessoalmente a vontade que cada vez mais tenho é a de voltar aos tempos da minha infância em que não existia actividade bancária e os pagamentos dos serviços eram efectuados através dos correios e da compra de bens a dinheiro vivo.

Total Signatures:
é preciso ultrapassar o 1.000.000 !!!!
Levantamentos nas caixas ATM vai custar 1,50€
Os bancos preparam-se para nos cobrarem 1,50 Eur por cada levantamento nas caixas ATM.
Isto é, de cada vez que levantar o seu dinheiro com o seu cartão, o banco vai almoçar à sua conta. Este ‘imposto’ (é mesmo uma imposição, e unilateral) aumenta exponencialmente os lucros dos bancos, que continuam a subir na razão directa da perda de poder de compra dos Portugueses.

Este é um assunto que interessa a todos os que não são banqueiros e não têm pais ricos.

Quem não estiver de acordo e quiser protestar, assine a petição e reencaminhe a mensagem para o maior número de pessoas conhecidas.

vamos evitar o saque

DIVULGUEM ESTE EMAIL, P.F.JÁ CHEGA DE SERMOS ROUBADOS PELA BANCA AO COBRO DA LEI.
JÁ SÓ FALTA UMA PETIÇÃO PARA MUDAR A LEI.

Ao abrigo dessa Lei os proprietários dos veículos ficam pois sujeitos a essas inspecções. Se forem inspecções resultantes da idade do automóvel, a oferta é variada em termos de Centros de Inspecção, mas se porventura os veículos tenham de ser submetidos a inspecções especiais o número de Centros é muito reduzido e em consequência disso sempre que por razões de inoperacionalidade dos equipamentos para a realização dessas inspecções os proprietários dos veículos que tenham de ser sujeitos a uma inspecção especial ficam dependentes da resolução do problema por parte dos Centros até que estes de novo voltem a ter condições para inspeccionar os veículos. Isto só num País do 3º. Mundo como o nosso é que acontece.
O veículo não pode circular porque tem de ser inspeccionado, mas como o Centro no qual foi feita a marcação para a sua realização não está em condições operacionais, a inspecção fica adiada até que
haja operacionalidade. Entretanto os custos resultantes da imobilização do veículo são suportados pelo proprietário do mesmo que embora não tenha qualquer responsabilidade nisso tem de se sujeitar
a que os Centros de Inspecção Automóvel (especiais) estejam operacionais para a efectuarem.

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